A Bíblia em Desenho 6




Perdoai as Nossas Dividas

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Erigida Sobre Uma Rocha
  
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O Juiz Justo

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Atualmente a tua mente atua ou mente?




É muito divertido deixar a mente te conduzir a um lugar distante, agradável e algumas vezes desconhecido.

Isso ocorre muito durante a leitura de um bom livro, ou mesmo assistindo um filme que nos prende a atenção e nos transporta para outras realidades.

Mas é muito fácil perceber que pessoas se deixam transportar para uma situação que existe apenas em seus desejos, mas que na verdade foge completamente da realidade vivida.

Faz-se necessário deixar sua mente atuar no mundo real, aproveitando o que está ao seu alcance, abraçando as pessoas ao seu redor, vivendo os seus amores, exercitando a sua fé e extraindo o melhor do que Deus deixou à sua disposição: a vida.

A sua mente precisa ser exercitada e se você não fizer da maneira correta e verdadeira, ela vai por conta própria se exercitar, criando mundos que são uma farsa.

Fica a pergunta:
Atualmente a tua mente atua ou mente?

Luciana Domingos


A Bíblia em Desenho 5





O Perdido é Achado

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O Reino do Céu

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Tesouros no Céu
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Canção




Pus o meu sonho num navio
E o navio em cima do mar;
- depois, abri o mar com as mãos,
Para o meu sonho naufragar.

Minhas mãos ainda estão molhadas
Do azul das ondas entreabertas,
E a cor que escorre de meus dedos
Colore as areias desertas.

O vento vem vindo de longe,
A noite se curva de frio;
Debaixo da água vai morrendo
Meu sonho, dentro de um navio...

Chorarei quanto for preciso,
Para fazer com que o mar cresça,
E o meu navio chegue ao fundo
E o meu sonho desapareça.

Depois, tudo estará perfeito;
Praia lisa, águas ordenadas,
Meus olhos secos como pedras
E as minhas duas mãos quebradas.

Cecília Meireles

A Bíblia em Desenho 4

 
As Parábolas de Jesus

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Sansão e Dalila
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O Bom Samaritano 
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Doe Vida




Se me deito, falta-me o ar
Tenho sede e água não posso beber
Eu não consigo fazer xixi
Meus pés estão inchados
É difícil andar, dói
Às vezes me perco
Não consigo saber quem sou, onde estou
Dizem que nestas horas eu fico dormindo
É só nesses sonos que não sonho
Acordo ligada àquela máquina
Que tira e limpa meu sangue
Meu estômago dói de tanto remédio
Tenho sete anos e não posso brincar como as outras crianças
Também não posso ir para a escola
Notei que minha mãe e meu pai
Estão mais preocupados nos últimos tempos
Falaram que estou naquela lista
E que todos os dias rezam para eu ser chamada
Falaram que papai do céu está preparando um presente para mim
Que logo logo, vou poder brincar, andar, correr,
E não vou precisar mais da máquina,
E nem de tantos remédios.
Mas que para que isto aconteça
Uma outra família vai ter que me amar
Mesmo sem me conhecer
E deixar que me tragam o que em mim nunca funcionou
Um negócio chamado rim.
 Cristina Corradi
Seja você um anjo
Autorize a doação de órgãos de quem você ama
E que esteja em morte cerebral
Muitas pessoas precisam de seu amor
Doe Órgãos, Doe Vida

A Bíblia em Desenho 3


Os Milagres de Jesus

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O Pão do Céu

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Lazaro Vive

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Senhor Eu Acredito

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Entrevista Sobre o Amor



Jacques-Alain Miller é psicanalista em Paris e dirige o Departamento de Psicanálise da Universidade de Paris VIII, na França. Fundou a Associação Mundial de Psicanálise e foi seu primeiro delegado geral. Nascimento: 14 de fevereiro de 1944.


Hanna Waar: A psicanálise ensina alguma coisa sobre o amor?
Jacques-Alain Miller: Muito, pois uma experiência cuja fonte do amor. Trata-se desse amor automático, e freqüentemente inconsciente, que o analisando dirige ao analista e que se chama transferência é um amor fictício, mas do mesmo estofo que o amor verdadeiro. Ele atualiza sua mecânica: o amor se dirige àquele que a senhora pensa que conhece sua verdade verdadeira. Porém, o amor permite imaginar que essa verdade ser amável, agradável, enquanto ela é de fato, difícil de suportar.

H.W.: Então, o que é amar verdadeiramente?
J-A Miller: Amar verdadeiramente alguém é acreditar que, ao amá-lo, se alcançar a uma verdade sobre si. Ama-se aquele ou aquela que conserva a resposta, ou uma resposta, nossa questão "Quem sou eu?".

H.W.: Por que alguns sabem amar e outros não?
J-A Miller: Alguns sabem provocar o amor no outro, os serial lovers - se posso dizer - homens e mulheres. Eles sabem quais botões apertar para se fazer amar. Porém, não necessariamente amam, mais brincam de gato e rato com suas presas. Para amar, é necessário confessar sua falta e reconhecer que se tem necessidade do outro, que ele lhe falta. Os que crêem ser completos sozinhos, ou querem ser, não sabem amar. E, às vezes, o constatam dolorosamente. Manipulam, mexem os pauzinhos, mas do amor não conhecem nem o risco, nem as delícias.

H.W.: "Ser completo sozinho": só um homem pode acreditar nisso...
J-A Miller: Acertou! "Amar, dizia Lacan, é dar o que não se tem". O que quer dizer: amar é reconhecer sua falta e doá-la ao outro, colocá-la no outro. Não é dar o que se possui, os bens, os presentes: é dar algo que não se possui, que vai além de si mesmo. Para isso, é preciso se assegurar de sua falta, de sua "castração", como dizia Freud. E isso é essencialmente feminino. Só se ama verdadeiramente a partir de uma posição feminina. Amar feminiza. É por isso que o amor é sempre um pouco cômico em um homem. Porém, se ele se deixa intimidar pelo ridículo, é que, na realidade, não está seguro de sua virilidade.

H.W.: Amar seria mais difícil para os homens?
J-A Miller: Ah, sim! Mesmo um homem enamorado tem retornos de orgulho, assaltos de agressividade contra o objeto de seu amor, porque esse amor o coloca na posição de incompletude, de dependência. É por isso que pode desejar as mulheres que não ama, a fim de reencontrar a posição viril que coloca em suspensão quando ama. Esse princípio Freud denominou a "degradação da vida amorosa" no homem: a cisão do amor e do desejo sexual.

H.W.: E nas mulheres?
J-A Miller: É menos habitual. No caso mais freqüente há desdobramento do parceiro masculino. De um lado, está o amante que as faz gozar e que elas desejam, porém, há também o homem do amor, feminizado, funcionalmente castrado. Entretanto, não é a anatomia que comanda: existem as mulheres que adotam uma posição masculina. E cada vez mais. Um homem para o amor, em casa; e homens para o gozo, encontrados na Internet, na rua, no trem...

H.W.: Por que "cada vez mais"?
J-A Miller: Os estereótipos socioculturais da feminilidade e da virilidade estão em plena mutação. Os homens são convidados a acolher suas emoções, a amar, a se feminizar; as mulheres, elas, conhecem ao contrário um certo "empuxo-ao-homem": em nome da igualdade jurídica são conduzidas a repetir "eu também". Ao mesmo tempo, os homossexuais reivindicam os direitos e os símbolos dos héteros, como casamento e filiação. Donde uma grande instabilidade dos papéis, uma fluidez generalizada do teatro do amor, que contrasta com a fixidez de antigamente. O amor se torna "líquido", constata o sociólogo Zygmunt Bauman. Cada um é levado a inventar seu próprio "estilo de vida" e a assumir seu modo de gozar e de amar. Os cenários tradicionais caem em lento desuso. A pressão social para neles se conformar não desapareceu, mas está em baixa.

H.W.: "O amor é sempre recíproco", dizia Lacan. Isso ainda é verdade no contexto atual? O que significa?
J-A Miller: Repete-se esta frase sem compreendê-la ou compreendendo-a mal. Ela não quer dizer que é suficiente amar alguém para que ele vos ame. Isso seria absurdo. Quer dizer: "Se eu te amo é que tu és amável. Sou eu que amo, mas tu, tu também estás envolvido, porque há em ti alguma coisa que me faz te amar. É recíproco porque existe um vai-e-vem: o amor que tenho por ti é efeito do retorno da causa do amor que tu és para mim. Portanto, tu não estás á toa. Meu amor por ti não és assunto meu, mas teu também. Meu amor diz alguma coisa de ti que talvez tu mesmo não conheças". Isso não assegura, de forma alguma, que ao amor de um responder é o amor do outro: isso, quando isso se produz, é sempre da ordem do milagre, não é calculável por antecipação.

H.W.: Não se encontra seu `cada um é sua `cada uma é por acaso. Por que ele? Por que ela?
J-A Miller: Existe o que Freud chamou de Liebesbedingung, a condição do amor, a causa do desejo. é um traço particular - ou um conjunto de traços - que tem para cada um função determinante na escolha amorosa. Isto escapa totalmente às neurociências, porque é próprio de cada um, tem a ver com sua história singular e íntima. Traços às vezes ínfimos estão em jogo. Freud, por exemplo, assinalou como causa do desejo em um de seus pacientes um brilho de luz no nariz de uma mulher!

H.W.: É difícil acreditar em um amor fundado nesses elementos sem valor, nessas baboseiras!
J-A Miller: A realidade do inconsciente ultrapassa a ficção. A senhora não tem idéia de tudo o que está fundado, na vida humana, e especialmente no amor, em bagatelas, em cabeças de alfinete, os "divinos detalhes". é verdade que, sobretudo no macho, se encontram tais causas do desejo, que são como fetiches cuja presença é indispensável para desencadear o processo amoroso. As particularidades miúdas, que relembram o pai, a mãe, o irmão, a irmã tal personagem da infância, também têm seu papel na escolha amorosa das mulheres. Porém, a forma feminina do amor é de preferência, mais erotômana que fetichista: elas querem ser amadas, e o interesse, o amor que alguém lhes manifesta, ou que elas supõem no outro, é sempre uma condição sine qua non para desencadear seu amor, ou, pelo menos, seu consentimento. O fenômeno é a base da corte masculina.

H.W.: O senhor atribui algum papel às fantasias?
J-A Miller: Nas mulheres, quer sejam conscientes ou inconscientes, são mais determinantes para a posição de gozo do que para a escolha amorosa. E é o inverso para os homens. Por exemplo, acontece de uma mulher só conseguir obter o gozo - o orgasmo, digamos - com a condição de se imaginar, durante o próprio ato, sendo batida, violada, ou de ser uma outra mulher, ou ainda de estar ausente, em outro lugar.

H.W.: E a fantasia masculina?
J-A Miller: Está bem evidente no amor á primeira vista. O exemplo clássico, comentado por Lacan, é no romance de Goethe, a súbita paixão do jovem Werther por Charlotte, no momento em que a vê pela primeira vez, alimentando ao numeroso grupo de crianças que a rodeiam. Há aqui a qualidade maternal da mulher que desencadeia o amor. Outro exemplo, retirado de minha prática, é este: um patrão qüinquagenário recebe candidatas a um posto de secretária. Uma jovem mulher de 20 anos se apresenta; ele lhe declara de imediato seu fogo. Pergunta-se o que o tomou, entra em análise. Lá, descobre o desencadeante: ele havia nela reencontrado os traços que evocavam o que ele próprio era quando tinha 20 anos, quando se apresentou ao seu primeiro emprego. Ele estava, de alguma forma, caído de amores por ele mesmo. Reencontra-se nesses dois exemplos, as duas vertentes distinguidas por Freud: ama-se ou a pessoa que protege, aqui a mãe, ou a uma imagem narcísica de si mesmo.

H.W.: Tem-se a impressão de que somos marionetes!
J-A Miller: Não, entre tal homem e tal mulher, nada está escrito por antecipação, não há bússola, nem proporção pré-estabelecida. Seu encontro não é programado como o do espermatozóide e do óvulo; nada a ver também com os genes. Os homens e as mulheres falam, vivem num mundo de discurso, e isso é determinante. As modalidades do amor são ultra-sensíveis é cultura ambiente. Cada civilização se distingue pela maneira como estrutura a relação entre os sexos. Ora, acontece que no Ocidente, em nossas sociedades ao mesmo tempo liberais, mercadológicas e jurídicas, o "múltiplo" está passando a destronar o "um". O modelo ideal do "grande amor de toda a vida" cede, pouco a pouco, terreno para o speed dating, o speed loving e toda floração de cenários amorosos alternativos, sucessivos, inclusive simultâneos.

H.W.: E o amor no tempo, em sua duração? Na eternidade?
J-A Miller: Dizia Balzac: "Toda paixão que não se acredita eterna é repugnante" . Entretanto, pode o laço se manter por toda a vida no registro da paixão? Quanto mais um homem se consagra a uma só mulher, mais ela tende a ter para ele uma significação maternal: quanto mais sublime e intocada, mais amada. São os homossexuais casados que melhor desenvolvem esse culto é mulher: Aragão canta seu amor por Elsa; assim que ela morre, bom dia rapazes! E quando uma mulher se agarra a um só homem, ela o castra. Portanto, o caminho é estreito. O melhor caminho do amor conjugal é a amizade, dizia, de fato, Aristóteles.

H.W.: O problema é que os homens dizem não compreender o que querem as mulheres; e as mulheres, o que os homens esperam delas...
J-A Miller: Sim. O que faz objeção é solução aristotélica é que o diálogo de um sexo ao outro? Impossível, suspirava Lacan. Os amantes estão, de fato, condenados a aprender indefinidamente a língua do outro, tateando, buscando as chaves, sempre revogáveis. O amor é um labirinto de mal entendidos onde a saída não existe. 



Biblia em Desenho 2






Nasce o Rei

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A arca de Noé

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 Abraão e Isaac

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Jacques Lacan (1901-1981)



Jacques Marie Lacan nasceu em Paris, em 13 de abril de 1901, de família burguesa e católica. Formou-se em medicina, especializando-se em psiquiatria, e foi interno de Gaétean de Clérambaut, a quem considerava seu único mestre no campo psiquiátrico. Com a tese de doutorado La Psychose paranoïaque dans ses rapports avec la personnalité (1932; A psicose paranóica em suas relações com a personalidade), mostrou impressionante erudição e simpatia pela psicanálise, numa época em que preconceitos obstavam sua disseminação na França.

Para Lacan os fundamentos psicanalíticos se encontram no próprio conceito de inconsciente. Para empreender sua grande crítica às vertentes americana e francesa da psicanálise, cujo tema central é a discussão sobre o imaginário, pesquisou a linguagem e deduziu que é ela a condição de existência do inconsciente, que só existe no sujeito falante. Afirmou a autonomia do significante e o inseriu na origem simbólica, constituída pela linguagem. Afirmou que o significante preexiste ao sujeito e sobrevive a ele, faz do sujeito homem ou mulher, traça seu destino e o priva de qualquer relação natural com o mundo. Abordou temas tão complexos quanto polêmicos, como a ética da psicanálise, a transferência, o princípio do prazer e conceitos fundamentais da psicanálise.
Em 1980, dissolveu a Escola Freudiana de Paris, que fundara em 1964, e criou a Escola da Causa Freudiana. Lacan faleceu em Paris, em 9 de setembro de 1981.

Pensamentos

"A lei e o desejo recalcado são uma só e mesma coisa."

“A lei do homem é a lei da linguagem."

"A criança, interiorizando a Lei, identifica-se com o pai e faz dele seu modelo. A Lei torna-se então libertadora: pois, separada da mãe, dispõe de si mesma, toma consciência do que se deve fazer e se orienta em direção ao futuro. Insere-se no social, na Cultura e entra na linguagem"
“A angústia é a maior fonte da criação".

“A transferência é a realidade do inconsciente posta em ato."

“A transferência é uma relação essencialmente ligada ao tempo e seu manejo."
“A verdade não é outra coisa senão o que o saber só pode aprender que sabe ao pôr em ação sua ignorância."

"A verdade tem estrutura de ficção."

“Deus é inconsciente."

Em entrevista para a revista italiana Panorama em 1974: O que leva as pessoas a se analisarem? Lacan responde:
"O medo. Quando lhes acontecem coisas que, mesmo desejadas, quando elas acontecem, elas não compreendem. Por isso o homem tem medo. Ele sofre por não compreender e, pouco a pouco, cai num estado de pânico. É isso a neurose. Na neurose histérica, o corpo fica doente devido ao medo de estar doente, até mesmo, sem o estar na realidade. Na neurose obsessiva, o medo coloca coisas bizarras na cabeça, pensamentos que não podemos controlar, nas fobias as formas e os objetos adquirem significações diversas, e... geram medo."

“Longe de ser a loucura o fato contingente das fragilidades de um organismo, ela é a virtualidade permanente de uma falha aberta na sua essência. Longe de ser para liberdade 'um insulto', ela é sua mais fiel companheira, ele segue seu movimento como uma sombra. E o ser do homem não pode ser compreendido sem sua loucura, assim como não seria o ser do homem se não trouxesse em si a loucura como limite de sua liberdade."

“Mais-além do que o sujeito demanda, mais-além do que o outro demanda ao sujeito, há o que o outro (a mãe) deseja. Insistimos em várias ocasiões no que a dimensão do desejo define: ser situado no desejo do Outro.

"Na civilização mecânica, não há mais lugar para o tempo mítico, senão no próprio homem"

"Não cederás no que tange ao teu desejo."

"O inconsciente é a condição da lingüística."

"O inconsciente é o capítulo de minha história que é marcado por um branco ou ocupado por uma mentira: é o capítulo censurado".

"O desejo é a essência da realidade."

"O desejo fundamental é ser desejado"

"O desejo reproduz a relação do sujeito com o objeto perdido"

"O desejo do homem encontra seu sentido no desejo do outro, não tanto porque o outro detenha as chaves do objeto desejado, mas porque seu primeiro objeto (do desejo do homem) é ser reconhecido pelo outro".

"O enigma é o cúmulo do sentido."

"O eu é o sintoma humano por excelência."

"O maior temor do neurótico é se deparar com a castração do Outro."

"O olhar é o avesso da consciência."

“O que importa quanto amores você tem se nenhum deles te dá o universo?"

"O que não veio à luz no simbólico, aparece no real."

"O que o ser humano mais quer é ser desejado por outro ser humano."

"O real é impossível."

"Penso onde não sou (estou), logo sou (estou) onde não penso."

"Toda palavra tem sempre um mais além, sustenta muitas funções, envolve muitos sentidos. Atrás do que diz um discurso, há o que ele quer dizer e, atrás do que quer dizer, há ainda um outro querer dizer, e nada será nunca esgotado."

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