Regras Para uma Boa Convivência no Trânsito



Mantenha-se a uma distância segura do veículo que está a sua frente;
Isto não significa nem muito distante e nem colado ao outro carro. Muito menos que tenha de ligar o pisca alerta em situações de pouca visibilidade. Quem entende de leis de trânsito pode achar que você está parado, e piorar ainda mais o caos do tráfego.

Pare junto ao meio-fio ou no acostamento para embarque ou desembarque de passageiros e cargas;
É nestes casos que o pisca alerta deve ser acionado, e não quando você está dirigindo com pouca visibilidade.

Dê passagem pela esquerda quando solicitada por outro veículo;
Deixe de ser egoísta e deixe quem está com pressa passar. Certamente vai acontecer com você um dia e aí, você vai ficar danado da vida e histérico se o outro não lhe der passagem.

Quando passar em frente a uma escola, diminua a velocidade, pois é comum sempre ter uma criança atravessando a rua;
Isto não significa que você pode parar na pista e esperar o seu filho sair da escola.

Preste socorro a vítimas de acidentes;
Mas se outras pessoas mais qualificados que você já estiverem socorrendo as vítimas, você não precisa parar pra ver a desgraça dos outros, ou dirigir como se estivesse num cortejo fúnebre.

Não costure no trânsito;
Isto significa “Não fique ziguezagueando ou ultrapassando ora pela direita, ora pela esquerda”, e não “fazer consertos em roupas”.

Só utilize o farol alto em vias sem iluminação pública;
Mas lembre-se de baixá-lo ao cruzar com outro veiculo na estrada.

Respeite o sinal amarelo;
Ele não significa “pise fundo no acelerador e vá”
Muito menos ”dê uma brecada brusca”

Respeite o limite de velocidade da via;
Deixe de ser burro e aprenda que se a placa do radar diz 60Km/h, é 60 de verdade e não 20 Km/h disfarçado, só pra te enganar.

O uso da seta é obrigatório nos carros. Art. 35 do Código de Trânsito Brasileiro;
Que tal dar sinal de que vai entrar em alguma rua se você percebe que tem algum motorista esperando sua importante escolha?

Sons em volume elevado são danosos à saúde;
Respeite o ouvido de outras pessoas. Se você gosta de chamar a atenção de outros caras com seu equipamento de som que custou mais caro que seu carro, o problema é seu. Todo mundo sabe que o barulho do seu som é inversamente proporcional ao seu trato com as mulheres.

No semáforo, quando o sinal abrir, engate a primeira marcha e arranque. Não espere que o motorista de trás tenha que te lembrar. E não se esqueça de que aquelas linhas no chão são para os pedestres atravessarem, e não lugar reservado para o seu veículo.

Se você não sabe fazer baliza, tenha humildade e procure uma vaga mais fácil ao invés de ficar atrapalhando todo o trânsito e a vida de quem está com pressa.

Se você não gosta do seu carro, o problema é seu. Isso não te dá o direito de ficar dando totó nos outros carros para estacionar.

A pista de menor velocidade é a da direita, e não a da esquerda.
Se você gosta de passear pelas vias a 30Km/h, faça isso na pista correta e no horário de menos tráfego.

Respeite os pedestres. Pare para que eles possam atravessar. Mas somente onde houver a faixa de pedestre e não em uma via de alta velocidade. O veículo que vem atrás de você pode não ter visto o respeitável pedestre que deseja atravessar fora da faixa.

Respeitar motociclistas também fazem parte de seu dever.

Gostaria muito que os motoqueiros também respeitassem os veículos e que soubessem que existe um ponto cego no carro e que ele fica exatamente na sua lateral, entre as duas pistas da via onde eles adoram transitar, além de que ficar buzinando para que o condutor do veículo não mude de faixa não adianta nada, principalmente quando os vidros do carro estão fechados e o som ligado.

Existe uma diferença entre Motociclista e Motoqueiro. Geralmente não vemos Motociclistas desfilando entre os carros em altas velocidades, e muito menos, buzinando como loucos.

Se você ainda não completou sessenta anos de idade, a vaga destinada para idosos não está reservada para a sua pessoa. Procure outro local para estacionar seu lindo carro.

E lembre-se;
Você não é o dono da rua para trafegar no meio da pista ocupando duas faixas.
Cristina Corradi


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