A Menina Que Roubava Livros



Dizem que a guerra é a melhor amiga da morte, mas devo oferecer-lhe um ponto de vista diferente a esse respeito. Pra mim, a guerra é como aquele novo chefe que espera o impossível. Olha por cima do ombro da gente e repete sem parar a mesma coisa: “Apronte logo isso, apronte logo isso.” E aí a gente aumenta o trabalho. Faz o que tem que ser feito. Mas o chefe não agradece. Pede mais. 

Um livro que fala sobre a vida de uma menina, tentando viver sua infância pobre no meio da Alemanha nazista – antes e durante a 2º Guerra mundial, com uma linguagem simples e acessível, com um enredo ágil, fácil e envolvente, abordando a natureza humana com uma ingenuidade e uma sensibilidade que não poderiam ser humanas, somente possível de ser contada pela “Morte”. O fato de considerar a Morte como uma entidade nos leva a supor toda sua história através das eras e julgar seus argumentos como fruto da experiência de um ser imortal.

A Morte nos conta a trajetória de uma humana em especial que, como raros, chamou sua atenção. Ela se refere a menina como “A roubadora de livros” e narra sua história com tanta simplicidade e suavidade, que é capaz de esmiuçar os diferentes sentimentos humanos, sejam eles bons ou maus, de modo que eles nos pareçam normais.






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